Entretanto, a partilha nem sempre era pacífica. As maiores reclamações eram pelo descontentamento de alguns sócios co-proprietários ao serem contemplados com menos terras do que julgavam possuir; da discordância quanto ao traçado de alguma linha divisória ou quanto à atribuição de quinhões em locais considerados secos (sem água), estéreis, acidentados, sem possibilidade de divisas naturais.
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