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Transcrevemos um pequeno trecho de uma manifestação inserta na “Cidade de Taquaritinga em Revista”, editada em 15-8-1969, sob o título “Taquaritinga e seus problemas” – 77 anos de Emancipação Política”. O comentarista se identifica por “Mariano”. “. . . Quem conheceu Ribeirãozinho e depois Taquaritinga dos tempos idos, é que pode avaliar o seu progresso. Daquela cidadezinha que não passava de uma vila insignificante, com suas poucas ruas poeirentas e algumas em certas épocas intransitáveis e com seus prédios antiquados, para a Taquaritinga de hoje, a diferença é extraordinária. Acompanhamos o desenvolvimento de nossa cidade a partir de 1915 quando a política que já naquela época era o entrave de nosso progresso, mais uma vez se arregimentava chefiada, por tráz das cortinas, pelo Juiz de Direito, para derrubar o prefeito e chefe político que na ocasião era o Sr. José Ferreira Leite (Yoyo), de saudosa memória. A Câmara Municipal daquele tempo era constituída por oito vereadores, sendo eles os seguintes: José Ferreira Leite, José Ramalho, Oreste Miranda, Luiz Sant’Anna, major Savério Calderazzo, Dr. Joaquim Mariano da Costa, Dr. Manoel Fadigas de Souza, Joaquim Cotrim. O prefeito era eleito anualmente pela Câmara e só poderia ser um vereador. Em 15 de janeiro de 1916, a Câmara Municipal, em memorável sessão, com a presença de grande número de assistentes, elegia para o cargo de prefeito o inolvidável e grande taquaritinguense por adoção Dr. Joaquim Mariano da Costa, que ganhou pela idade, pois o seu opositor José Ramalho, era por pequeníssima diferença menos idoso e o resultado da eleição havia sido um empate. . . . . . Mas, só a partir de 1952 que Taquaritinga encontrou o caminho certo do progresso, talvez administradores de 1952 para cá encontrassem melhores condições, o fato é que de 1956 para frente que Taquaritinga se desenvolveu.. . . .”
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