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A tendência ao suprimento de mão-de-obra à lavoura cafeeira foi conceder, por parte do governo, incentivo à imigração de grandes contingentes de lavradores europeus, principalmente, italianos, portugueses, espanhóis, que eram destinados às regiões cafeeiras paulistas. Mediante a pressão dos fazendeiros de café, o Governo de São Paulo passou a subsidiar, a partir de 1886, o transporte de grandes contingentes de imigrantes europeus. Essa medida desobrigava os imigrantes de um compromisso futuro de saldarem sua dívida oriunda do transporte de seu país de origem, como era exigido anteriormente. Com isso, era estimulado o fluxo migratório para as regiões produtoras de café. A imigração subverncionada pelo Governo, geralmente, era direcionada às fazendas de café, enquanto a imigração expontânea era dirigida aos centros urbanos paulistas.
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