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Outro fator de fixação do homem e de desenvolvimento da nossa região eram os pousos de tropeiros. A história nos conta que Ribeirãozinho se destacou por ser um “pouso”. Estes atuavam como ponta-de-lança para o desbravamento dos sertões. Como exemplo, a propriedade da Família Capa Preta, que era um pouso obrigatório para os viajantes e tropeiros que passavam por nossa região. A história registra que como primeiro morador do Ribeirãozinho é apontado o caboclo Joaquim Gerônimo que morava numa casa de barrotes e coberta de sapé que situava-se nas imediações da rua do “Sapo” e depois conhecida por rua do “Mercado”. A moradia de Joaquim Gerônimo era conhecida como o “pouso do Ribeirãozinho” pelos viajeiros e sertanistas que demandavam o latifúndio de José Francisco de Castilho, o “Capa Preta” e também àqueles que se dirigiam para o Estado de Mato Grosso. Na verdade, o pouso era uma localidade onde uma ou mais famílias se instalavam, abrindo suas roças e vivendo de abastecer os viajantes que por ali passassem. Plantavam e vendiam diversos gêneros necessários a todos os que chegavam sós ou com suas tropas.
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